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SUS implantará política nacional para prevenção do diabetes

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Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde no primeiro semestre deste ano revelou Belo Horizonte ocupa a segunda posição no ranking das Capitais com a maior prevalência de diagnostico médico de diabetes, com 10,4 casos para cada 100 mil habitantes.  É o que revelou uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde no primeiro semestre deste ano.

A pesquisa ainda demonstrou que o número de brasileiros diagnosticados com diabetes cresceu 61,8% nos últimos 10 anos, passando de 5,5% da população em 2006 para quase 9% em 2016.

Com o objetivo de tratar o problema na ‘raiz’, a Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que obriga o SUS a adotar uma política nacional de prevenção do diabetes.  “O texto especifica claramente que também deve haver uma assistência integral à pessoa diabética, incluindo o tratamento dos problemas relacionados à doença, mas, o mais importante e o grande diferencial, é a implantação de políticas de prevenção”, explicou o deputado federal Leonardo Quintão.

A justificativa do texto ainda aponta a desinformação e a falta de acesso a atividades físicas como os maiores riscos para o diabetes, no entanto, a falta de recursos para manter o tratamento também é um grande problema.  Dessa forma, a política nacional incluirá a realização de campanhas de conscientização sobre a importância e necessidade de medir regularmente e controlar os níveis glicêmicos.

 

Política Nacional
O texto prevê como diretrizes da política:
- a universalidade, a integralidade, a equidade, a descentralização e a participação da sociedade na definição e no controle das ações e dos serviços de saúde;
- a ênfase nas ações coletivas e preventivas, na promoção da saúde e da qualidade de vida, na multidisciplinaridade e no trabalho intersetorial em equipe;
- o desenvolvimento de instrumentos de informação, análise, avaliação e controle por parte dos serviços de saúde, abertos à participação da sociedade;
- o apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico voltado para o enfrentamento e o controle do diabetes, dos problemas com ele relacionados e de seus determinantes;
- a formação e educação continuada de profissionais, pacientes, familiares e cuidadores, visando ao melhor controle da enfermidade e à prevenção de complicações;
- o direito às medicações, incluindo os análogos de insulina, aos instrumentos e aos materiais de auto aplicação e autocontrole, visando a garantir a maior autonomia possível por parte da pessoa diabética;
- o exame de glicemia no protocolo de atendimento médico de urgência e emergência, com a inclusão do teste do teor de açúcar no sangue no procedimento de triagem, junto com os outros exames previstos nas normas operacionais do SUS; e
- a disponibilização pelas unidades de saúde, independentemente de atendimento médico, de exames de glicemia capilar ou outros que sejam de fácil realização e leitura imediata.

(com informações da Agência Câmara)

 

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