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Receita de multas pode ser investida em campanhas educativas contra o uso de celular ao volante

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O uso de telefone celular pelos motoristas brasileiros ficará mais caro a partir de novembro, quando começam a valer as medidas que endureceram as punições previstas no Código Brasileiro de Trânsito (CBT). A multa passa de média para gravíssima, passando a custar R$ 293,47 para quem for flagrado. E visando a conscientizar a população sobre o perigo de cometer essa infração, a Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 5330/16, que propõe destinar parte dos recursos arrecadados para campanhas que combatem a utilização dos celulares.

Hoje, o CBT já determina que 5% da receita advinda das multas seja aplicado do Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito. O projeto em tramitação quer direcionar 10% desse recurso para as campanhas de conscientização contra o uso no volante de celulares, tablets e demais aparelhos similares.

Para o deputado federal Leonardo Quintão, a educação é o melhor caminho para sanar o problema. “A Universidade de Utah, nos Estados Unidos, promoveu um estudo que mostra que o risco de acidente aumenta em 400% quando o motorista utiliza o celular. E o perigo não está apenas em falar ao telefone, mas também em manusear o aparelho, ler e digitar mensagens. As medidas corretivas, como as multas, não são suficientes para mudar os hábitos da população. Eu acredito em uma mudança cultural, que começa com educação e conscientização”, contou o deputado.

O projeto de lei aguarda parecer do relator na Comissão de Viação e Transportes (CVT), e ainda passará pela análise das comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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