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Minas Gerais se prepara para identificar portadores de Ebola

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O risco do vírus Ebola se espalhar pelo Brasil é quase nulo, porém, apesar disso, as unidades de saúde de Minas Gerais estão de sobreaviso para identificar pessoas vindas da África com febre alta ou que desenvolvam esses e outros sintomas no intervalo de 21 dias. Quem desembarcar de Serra Leoa, Guiné, Libéria ou Nigéria, poderá ser isolado em hospitais de referência em infectologia no estado, até que o diagnóstico de ebola seja descartado.

Nos últimos 15 dias, a secretaria de Saúde de Minas  recebeu três notificações de pacientes que chegaram da África com febre. Porém, os três casos eram de malária em estágio avançado e não ebola. Dois dos pacientes morreram. Um deles esteve na África para visitar um amigo que trabalha no Togo e voltou com malária. Chegou a ser internado no CTI, mas morreu no dia 31 de julho.

A outra paciente era natural de Gana, mas residia em BH. Ela foi a passeio na Nigéria e diagnosticada com malária, que a levou a morte no dia 4 de agosto. O terceiro caso é de um homem natural do Congo, mas que mora na capital. Ele foi à Africa para visitar familiares e se contaminou por malária. Ao apresentar febre alta, buscou tratamento no Hospital Odilon Behrens, sendo transferido há três dias para o Hospital Eduardo de Menezes, referência em infectologia. Ele já está fora de perigo e passa bem de saúde.

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