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Audiência na Câmara aponta medidas de combate a dengue, zika e chinkugunya

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Em até 90 dias a população brasileira poderá contar com uma vacina contra a dengue. A vacina que já foi licenciada pela Anvisa, o que significa que está aprovada quanto à segurança e a eficácia do imunizante, aguarda apenas o registro de preço. A novidade foi revelada durante uma audiência na comissão especial que analisa a Medida Provisória 712 que discute a adoção de ações para garantir a saúde pública diante da presença do aedes adegypti, transmissor dos vírus da dengue, zika e chinkungunya.

A vacina francesa, produzida pelo grupo Sanofi Pasteur, foi desenvolvida depois de 20 anos de pesquisa e é capaz de proteger 93% dos casos graves, reduzindo em 80% as hospitalizações por dengue e previne dois em cada três casos. 21 mil pessoas participaram da fase três de testes da vacina na América Latina e 11 mil na Ásia, sendo que dois terços delas receberam a vacina e um terço receberam placebo.

A expectativa é que após o prazo desse último registro, o produto seja incorporado à rede pública, dentro do Programa Nacional de Imunizações. A vacina foi a primeira a ser concluída no mundo, no entanto, o Instituto Butantan também tem trabalhado nas pesquisas e o seu produto deve entrar no calendário do país em cerca de dois anos. “Estamos vivendo um problema de saúde pública e a vacina, sem dúvida, diminuirá o números de casos dessa doença. Mas este episódio também nos mostra o quanto o Brasil precisa investir em financiamento de pesquisas. Temos pesquisadores e tecnologias que nos permite estar no topo do desenvolvimento, mas a burocracia e a falta de investimento não nos deixa deslanchar”, afirmou o deputado federal Leonardo Quintão.

Ainda durante a audiência, o Ministério da Saúde apontou que, além da vacina, outras tecnologias mundialmente reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde estão sendo adotadas, bem como o trabalho de identificação de criadouros e a participação da população. É o caso, por exemplo, da utilização de mosquitos transgênicos e o uso da bactéria wolbachia, que impede a transmissão do vírus da dengue. (com informações da Agência Câmara)

 

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